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Domingo, 27 de Março de 2005

trecho 115, Livro do desassossego, Bernardo Soares

no rossio.jpg Tenho opiniões mais desencontradas, as crenças mais diversas. é que nunca penso, nem falo, nem ajo ... Pensa, fala, age por mim sempre um sonho qualquer meu, em que me encarno de momento. Vou a falar e falo eu-outro. De meu, só sinto uma incapacidade enorme, um vácuo imenso, uma incompetência ante tudo quanto é vida. Não sei os gestos a acto nenhum real[] Nunca aprendi a existir. Tudo que quero consigo, logo que seja dentro de mim. Quero que a leitura deste livro vos deixe a impressão de terdes atravessado um pesadelo voluptuoso. O que antes era moral, é estético hoje para nós...O que era social é hoje individual... Para quê olhar para os crepúsculos se tenho em mim milhares de crepúsculos diversos - alguns dos quais que o não são - e se, além de os olhar dentro de mim, eu próprio os sou, por dentro?!
publicado por busybee às 22:53
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